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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Foto histórica: João "louco" e Oberdan - 2 goleiros com historias fantasticas

João de Almeida "João Louco" goleiro do nosso AA São Bento de Marília em foto com Oberdan, goleiro do Palmeiras em partida disputada em Marília.
Fonte: fonte: foto de João Esteves Rúbio "Nego" da Tilibra

sábado, 3 de maio de 2014

E.C. Comercial de Marília (1943)

 Esporte Clube Comercial em 1943. o ECC depois mudou de nome para MAC - Marília Atlético Clube. Em pé: Benedito Delfino, Bruno, Rui, Zeca, Pepe, Coquinho, Tite, Tião Borgo, Henrique, Carlos Santilli, Edgar e Dema. Agachados: Carlos Cunha, A.Giancurssi, Alonso, Sergio Simões de Paiva  e Rubens Venturini.

Em pé da esquerda à direita: Carlos Santilli, Edgar, Segala, ?, Mingo, Urias, ?.  Agachados: ?, Luizinho, Sergio Paiva, Rubens Venturini, Zé Cerone, Renato e Ruy

Crédito:fotos acervo Tereza Venturini.

sábado, 12 de abril de 2014

Marília Atlético Clube - De volta a elite do Futebol Paulista

Uma homenagem aos nossos guerreiros , comissão técnica e torcedores fanáticos nos colocando na elite do futebol paulista. OBRIGADO MAC.....


Fotos: Christian Cabrini

quarta-feira, 12 de março de 2014

Times da Região : Garça Futebol Clube - Campeão da 2a. Divisão 1968.

História dos times da região:

GRANDES JOGOS: GARÇA CAMPEÃO DA 2ª DIVISÃO                              
             
Depois do período carnavalesco, a coluna volta ao cotidiano, falando de futebol. Hoje recordando o jogo que deu o principal (e único) título da história do Garça: campeão da segunda divisão no ano de 1968.
Depois de duas fases, com muito tapetão, a Federação Paulista definiu que três times disputariam o título: Rio Branco (Ibitinga), Rio Claro e  Garça. O sistema em jogos de ida e volta.
O Garça novamente se impôs e provando ser o melhor time superou todos os  adversários. O confronto decisivo foi contra Rio Claro com o Garça vencendo pelo placar de 3 a 1. Era o tão esperado título. Só que a Federação Paulista se viu diante de um novo “imbróglio”, quando o Rio Branco entrou com recurso e “melou” o campeonato.
Depois de muitas “idas e vindas” a entidade maior do futebol paulista decidiu que Garça e Rio Branco, disputariam o título num único jogo em campo neutro: o Estádio Alfredo de Castilho, em Bauru, no dia 18 de janeiro de 1969.
Vale destacar que, diante da demora do julgamento por parte da Federação, a diretoria do Garça já havia dispensando o elenco, alguns já tinham ido embora da cidade. Mas foram reunidos de ultima hora, realizaram apenas um coletivo apronto e foram pro jogo. E numa partida dramática, o Garça novamente comprovou que era o melhor, ganhou do Rio Branco por 1 a 0, gol do atacante Rogerinho, aos 36 minutos da etapa final.
O Garça jogou com Waldir Peres; Ari Lima, Egídio, Pedroso e Coquinho; Plínio Dias e Osmar Silvestre; Jorginho (Dadi), Zé Carlos, Rogerinho e Nei (Helinho).
Rio Branco: Dido; Tabatinga (Oclair), Barreto, Cidão e Marcílio; Lourival e Crizante; Martinez, Davi, Wilson Bim e Lino. O zagueiro Cidão, é nosso conterrâneo, irmão do Jorge e do Carlito Bernardes, que atuavam em nossa várzea.
Um título mais que justo, até porque durante o campeonato, o Garça sempre esteve na liderança e foi o campeão da disciplina, não teve jogador expulso. Sofreu apenas duas derrotas. E teve como grande destaque o  Rogerinho, principalmente no triangular final. O atacante fez 4 gols em 2 jogos, além de marcar o gol do título, assim descrito pelo “Comarca”: aos 36 minutos da etapa final, o lateral Jorginho avançou pelo lado direito e chutou forte para o gol. Rogerinho antecipou e de joelhos desviou a bola para as redes.
Veja o elenco campeão, em pé da esquerda para direita: Valeriano, (técnico), Plínio Dias, Ari Lima, Plínio Cabrini, Luizão, Dadi, Waldir Peres, Pedroso, Goiano e Zé (massagista); Agachados: Coquinho, Zé Carlos, Rogerinho, Osmar Silvestre, Nei e Helinho.
Depois de 46 anos reunimos dois dos principais personagens do Garça: O beque central Pedroso (esq) e Rogerinho. Neste jogo o Pedroso teve uma atuação impecável e não deu chances aos atacantes do Rio Branco, que  não chegaram ao gol defendido pelo jovem guarda meta Waldir Peres. Os dois contaram muitas histórias, sempre enfatizando que o Garça era o melhor time do campeonato. O Rogerinho sempre se gabando do gol “de letra” que marcou e valeu o título.   
Matéria enviada pelo nosso amigo:   WANDERLEY “TICO” CASSOLLA                                    

                                               
Em pé da esquerda para direita: Valeriano, (técnico), Plínio Dias, Ari Lima, Plínio Cabrini, Luizão, Dadi, Waldir Peres, Pedroso, Goiano e Zé (massagista); Agachados: Coquinho, Zé Carlos, Rogerinho, Osmar Silvestre, Nei e Helinho.
Depois de 46 anos reunimos dois dos principais personagens do Garça: O beque central Pedroso (esq) e Rogerinho


MAC 1970

Em pé: Pedro Sola (presidente), João Lima (técnico), Brito, Natalino, Gilson, Ademir, Elmo e Cido;
Agachados: Afonso, João Luis, Elias, Marco Antônio (Chupeta), Wilson (Canhoto) e mascote.
Em pé: Afonso, Careca e Elias;
Agachados: Massagista Natal, Ari, Pereirinha e Wilson (Canhoto).

Em pé: Ari, Natalino, Ademir, Gilson, Brito e Elmo;
Agachados: Afonso, Elias, Careca, Pereirinha, Wilson (Canhoto) e mascotes.

Em pé: Natalino, Benício, Jorge, Ademir, Elmo e Marco Antônio (Chupeta);
Agachados: mascote, Afonso, João Luiz, Osmar, Daniel e Wilson (Canhoto).

Jogadores do Passado: Wilson Canhoto



Uilson Ferreira da Silva, nascido em 01 de março de 1947, conhecido como Wilson Canhoto, brilhou no Marília Atlético Clube na década de 1970.
Iniciou a sua trajetória profissional nas categorias de base da Portuguesa de Desportos (1963-65), transferindo-se para o Corinthians (1965-1967) e profissionalizando-se em 1967. Defendeu os seguintes times: Gaúcho de Passo Fundo (RS), Juventude de Caxias, Corinthians Paulista e em 1970 vem para o nosso glorioso MAC por empréstimo para disputar o Campeonato Paulista da 1a. Divisão -1970.

O MAC realizou algumas partidas amistosas e preparativas para o campeonato:


AMISTOSO – Marília 1x3 São Paulo – Estádio Bento de Abreu (28/02/70)
Marília – Benício; Ademir, Jorge (Carlos), Natalino e Elmo; Marco Antônio e Osmar (Didi); Afonso, João Luiz, Daniel e Wilson (Jorginho). Técnico: João Lima.
São Paulo – Picasso; Cláudio, Jurandir, Dias e Tenente; Carlos Alberto e Nenê (Lourival); Miruca (Valter), Babá (Nelsinho), Terto e Toninho (Eduardo). Técnico: Zezé Moreira.
Gols: João Luiz (Marília) # Babá “2” e Terto (São Paulo) Árbitro: Jurandir Fonsi Renda: Cr$ 16.067,50 (P: 7.035)
Em pé: Natalino, Benício, Jorge, Ademir, Elmo e Marco Antônio (Chupeta);
Agachados: mascote, Afonso, João Luiz, Osmar, Daniel e Wilson (Canhoto).

Amistoso diante do Garça de Valdir Perez:
Nesta partida, o Canhoto anotou um gol, conforme Ficha Técnica que vemos abaixo:
AMISTOSO – Marília 3x3 Garça – Estádio Bento de Abreu (05/04/70)
Marília – Gilson; Ademir, Natalino, Brito e Cido; Marco Antônio e Marcos; Afonso, João Luiz, Vani (Coité) e Wilson. Técnico: João Lima.
Garça – Waldir Peres; Ary, Dadi, Pedroso e Fernando; Plínio e Osmar; Roberto (Zé Carlos), Toninho, Rogério e Davi. Técnico: Valeriano.
Gols: Vani, Wilson e João Luiz (Marília) # Toninho, Rogério e Osmar (Garça) Árbitro: Daniel dos SantosRenda: Cr$ 3.000,00


Na sequência da preparação, com uma grande atuação de Canhoto, o Marília enfrentou o Santos FC, conforme recortes de jornal e também a ficha técnica da partida como vemos abaixo:

AMISTOSO – Marília 2x4 Santos – Estádio Bento de Abreu (09/04/70)
Marília – Gilson; Ademir, Brito, Natalino e Elmo; Coti e Marcos; Afonso, João Luiz (Coité), Vani (Elias) eWilson. Técnico: João Lima.
Santos – Joel; Haroldo, Paulo, Djalma Dias e Turcão (Rildo); Léo e Pitico (Lima); Manoel Maria, Picolé (Coutinho), Djalma Duarte (Douglas) e Abel. Técnico: Antoninho.
Gols: Marcos e Lima (Marília) # Léo, Manoel Maria, Manoel Maria e Picolé (Santos) Árbitro: Oscar Oscolfaro Renda: Cr$ 23.340,00

Já na disputa da 1ª divisão de profissionais do Campeonato Paulista de Futebol (na época era uma das divisões de acesso do futebol paulista), em uma outra grande atuação de Canhoto, mais uma partida contra um dos grandes rivais do Marília, o Garça do goleiro Waldir Peres, e mais um tento assinalado. Desta partida, podemos verificar a seguir a matéria do jornal "Correio de Marília", a ficha técnica da partida, a foto da equipe do Marília e, uma raridade: um flagrante tirado do gol assinalado pelo Canhoto.
4ª RODADA – Marília 2x0 Garça – Estádio Bento de Abreu (28/05/70)
Marília – Gilson; Ademir, Brito, Natalino e Elmo; Ari (Careca) e Pereirinha; Afonso (Valdir), Elias, Careca (João Luiz) e Wilson. Técnico: João Lima.
Garça – Waldir Peres; Ari, Tuta, Pedroso e Coquinho; Grilo e Osmar; Toninho, Wilson Bin (Zé Carlos), Rogério e Roberto (Plínio). Técnico: Valeriano.
Gols: Ari e Wilson (Marília) Árbitro: Sílvio Acácio Silveira Renda: Cr$ 13.983,00
Em pé: Ari, Natalino, Brito, Ademir, Gilson e Elmo;
Agachados: Afonso, Elias, Careca, Pereirinha, Wilson (Canhoto) e mascote
Flagrante do gol marcado pelo Canhoto, contra o Garça do goleiro Waldir Peres.
Fotos dos times do MAC:
Em pé: Ari, Natalino, Ademir, Gilson, Brito e Elmo;
Agachados: Afonso, Elias, Careca, Pereirinha, Wilson (Canhoto) e mascotes.
Em pé: Afonso, Careca e Elias;
Agachados: Massagista Natal, Ari, Pereirinha e Wilson (Canhoto).
Em pé: Pedro Sola (presidente), João Lima (técnico), Brito, Natalino, Gilson, Ademir, Elmo e Cido;
Agachados: Afonso, João Luis, Elias, Marco Antônio (Chupeta), Wilson (Canhoto) e mascote.
Créditos: Matéria enviada pelo amigo e maqueano: Fabiano Souza (De Oriente-SP)
Fonte: http://www.bandeirapaulistafc.com.br

terça-feira, 11 de março de 2014

terça-feira, 4 de março de 2014

Echevarrieta - Um "gringo" argentino em Marília.



Um gringo (Argentino) que fez história no futebol paulista e vestiu a camisa no nosso A.A.São Bento de Marília na década de 40. Foi campeão paulista em 1940 e 1942, atuou ainda no Santos, Ypiranga de Sp e no nosso São Bento.

Echevarrieta e a sua história no Palestra Itália:
Juan Raúl Echevarrieta nasceu em La Plata, na Argentina. E foi pelo Gimnasia y Esgrima local que começou sua carreira, justo quando El Lobo ostentava a maior equipe de sua história. Alternou períodos como titular e reserva entre 1932 e 1938; mesmo sem jogar muito mostrou seu instinto goleador: em 95 partidas, bons 45 gols. Teve depois uma breve passagem pelo Vélez Sarsfield, até cruzar a fronteira rumo ao Palestra Itália, onde teve início a mais bela página de sua carreira.
Em quatro anos de clube, de 1939 a 1942, Echevarrieta brilhou com incríveis 114 gols em 127 jogos, numa impressionante média de 0,9 gols/jogo. Sua estreia se deu logo num Choque-Rei (2×1, 2/7/1939), em que passou em branco. Já na sua terceira partida, no entanto, marcaria os dois gols que deram a virada frente a Portuguesa, que fora para o intervalo vencendo por 2 a 1. Os dois gols não foram um mero acaso: ele marcou em dobro também nas três partidas seguintes, e fecharia a temporada com 22 gols em 21 jogos.
Ao longo de seus quatro anos no clube, Echevarrieta também se destacou por jogar em todas as posições do ataque, o que lhe valeu o apelido de “Homem dos Sete Instrumentos”, expressão portuguesa comum para pessoas versáteis.
Títulos, conquistou dois: primeiro, o Paulista de 1940, o último do Palestra Itália – conquistado numa goleada por 4×1 sobre o São Paulo, na qual, adivinhem?, o argentino marcou duas vezes. Depois, na Arrancada Heroica de 1942, quando ele marcou mais um na primeira partida e primeiro título do clube com o nome atual. Ou seja, ele foi campeão pelo Palestra e pelo Palmeiras, marcando nas duas decisões contra o clube tricolor.
O gol da Arrancada também seria seu último com a camisa verde: Echevarrieta faria apenas mais duas partidas amistosas pela equipe, despedindo-se contra o Santos (1×1, 1/11/1942). Curiosamente, o time da Vila foi exatamente seu destino, e ele estreou lá já justificando sua fama: contra o Madureira, marcou cinco vezes. Posteriormente, atuaria pelo Ypiranga e rapidamente pelo São Bento. Após se aposentar, seguiu vivendo no país, até falecer em Florianópolis, em 23/11/1987.
Quase 70 anos após se despedir, Echevarrieta ainda ocupa a 11ª posição entre os maiores artilheiros verdes, e é o único atleta nascido fora do Brasil a romper a marca dos 100 gols pelo clube.
Por seus números, por seus gols decisivos e por sua presença em momentos importantíssimos de nossa história, reverenciamos o maior estrangeiro a envergar nosso manto, neste dia de seu centenário.
fonte: Instituto Palestrino de Estatística.



domingo, 16 de fevereiro de 2014

Times da região : Garça Futebol Clube

No aniversário dos 49 anos Garça FC (15/02/,1965) mais uma foto inédita do "Azulão",vice campeão paulista serie A-3, no ano de 1.984 . Em pé da esquerda para direita: Antonio "Biga" Marangão (presidente), Barbosa (preparador físico), Botinha, Carlos Alberto "Mamela", Dinho Parreira, Osmar "Tanajura", Júlio Tibério, Arengui e Jair Montemor (dirigente); Agachados: Tiana, João Luiz, Gaúcho, Reginaldo (Linguiça), Canhoto e José Luiz (massagista). Créditos: Wanderley Tico Cassolla

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Marlon : Da Vila Palmital para o Mundo

Marlon Roniel Brandão, craque da geração dos anos 80, revelado pelo nosso Marília Atlético Clube, ponta direito veloz, drible fácil  e goleador.

Carreira : revelado pelo nosso MAC, já com 15 anos "pulou" do infantil direto para os juniores e com apenas 16 anos faria sua estréia em um jogo profissional pelo MAC, diante da Francana no empate de 2 a 2 e já no segundo jogo, deixaria a sua marca diante do São Bento de Sorocaba, balançando a rede 2 vezes, iniciando assim uma carreira de goleador e vitoriosa nos gramados brasileiros e da europa. Nada disso seria possível se o seu mentor não fosse nada mais nada menos do que o nosso querido Mestre Pupo Gimenes a quem Marlon e outros atletas são eternamente gratos e  Marlon sempre que pode o menciona como fundamental em sua carreira. Transferiu-se para o Matsubara do Paraná pelo qual disputou a Taça São paulo de Futebol Juniores, Guarani de Campinas - sendo campeão brasileiro de juniores pela seleção paulista, Esportivo de Bento Gonçalves em 1984, Santa Cruz - 1985 e depois cruzou o Atlântico, jogando em times de Portugal. Hoje reside em Pernambuco. Da Vila Palmital em Marília para o Mundo...

Nome : Marlon Roniel Brandão
Data de Nascimento: 01 de Setembro de 1963
Local: Marília-SP

Equipes :
MAC -SP : 1980-1981
Guarani-SP : 1982-1983
Esportivo-RS: 1984
Santa Cruz-PE: 1985-1986
Sporting-Por: 1986-1990
Estrela Amadora-Por: 1989
Boa Vista-Por: 1990-1994
Valladoid-Esp: 1994-1995
Fênix-USA: 1997

Títulos:
1983 Brasileiro de Juniores- Seleção Paulista,
1986: Pernambucano,
1987: Super Taça de Portugal,
1992: Taça de Portugal,
1993: Super Taça de Portugal.


Jogos abertos do Interior: Geração de craques - Sergio Neri, Pecos, Luiz Andrade, Reginaldo, Marlon, dentre outros...
Maquinho:

Aqui ao lado do lateral Pecos

Marlon

Pecos, Toninho Vieira, Marlon

Marlon e o goleiro Marinho (Mario Cesar)

 Aqui na equipe profissional do MAC :
Craques do MAC : Valdirzinho, Manguinha, Renatão, Silas, Rui Lima, Cacá, João Carlos Facciolli.
 Passagem pelo Guarani de Campinas:
Ao lado do goleiro Sergio Neri, outra revelação de Marília. Aqui em homenagem da diretoria do Guarani para os seus atletas campeões juniores.

Passagem pela Seleção Paulista de Juniores:

 Time principal do Guarani de Campinas :
Com o centroavante Careca

Com o Everton

Com o Neto

Ao lado do Jair Furacão 70



México 1987:

Santa Cruz :

Mineirão - Atlético-Mg 1 x 1 Santa Cruz fiz 1 gol
De falta.

1986: Campeão Pernambucano.


Portugal:

Sporting de Portugal

Equipa leonina que conquistou a Supertaça (época 1987/88).
Em cima (da esquerda para a direita): João Luís, Oceano, Duílio,
Carlos Xavier, Morato, Silvinho, ?, Mário Jorge e Peter Houtman.
Em baixo (mesma ordem): Marlon, Paulinho Cascavel, Virgílio,
Tony Sealy, Vital, Rui Correia e Mário.
Sporting Clube de Portugal.
 

Copa da Uefa contra o Napole de Careca, Alemão, Maradona....

Gols pelo Sporting:




Boa Vista (1991-1992)
Pudar,Samuel,Nogueira,Nelo,Barny,Casaca.
Ricky,Paulo Sousa,Marlon Brandão,João Vieira Pinto,Fernando Mendes.

Video com gol do Marlon pela Copa UEFA 91/92 na vitoria do Boa Vista  2 x 1 contra o todo poderoso Inter de Milão:

Boa Vista 2 x 3 Benfica Liga Portuguesa 1992/1993:

Benfica x Boa Vista : vejam que golaço:

Estrela da Amadora:

Espanha:
Valladoid



Seleção Brasileira:



Marlon na mídia:



Marlon em foto recente:

Família :
Os maiores incentivadores de sua carreira: sua querida mãe e irmã.
Como o Marlon sempre define a sua querida e saudosa Mãe: "esta me ensinou tudo ou seja honestidade,simplicidade,humildade,gratidão,respeito com o próximo ,só qualidades e nunca me deixou faltar nada de sua possibilidade obrigado minha mãe querida."

Créditos: imagens do arquivo pessoal do Marlon.